Precisamos estar atentos as questões de segurança no mergulho. Na verdade essa precisa ser a nossa primeira preocupação. Todo mergulho precisa ser muito bem programado, inclusive prevendo situações de emergência. E nenhum mergulho deve ser feito sozinho, no mínimo esteja com o seu dupla. E lembre-se de permanecer com ele até que retornem a terra firme. Se no vídeo abaixo o dupla estivesse auxiliando, talvez as coisas fossem mais fáceis. Na Ilha de Gozo, no Mar Mediterrâneo, parte da República de Malta. Mergulhador tem problemas para regressar a superfície. Repare que ele tenta subir a escada usando a nadadeira, mas a coisa não dá muito certo! Curta nossa página: http://www.facebook.com/mundodomergulho — em Gozo, Malta Publicação by Mundo do Mergulho .
Risco de Vida Não é Salário: Por Que a Regulamentação do Mergulho Profissional Deve Garantir Participação nos Lucros
Risco de Vida Não é Salário: Por Que a Regulamentação do Mergulho Profissional Deve Garantir Participação nos Lucros Por Julinho da Adelaide No mergulho profissional — seja em obras portuárias, inspeções subaquáticas ou operações offshore — o trabalhador está exposto a uma combinação de riscos raramente encontrada em outras atividades. Ambiente hiperbárico, possibilidade de doença descompressiva, falhas de suporte de vida, visibilidade zero e trabalho em estruturas instáveis não são fatores acessórios. São estruturais. E é exatamente nesse ponto que surge uma distorção crítica: embora o risco seja inerente ao negócio, a remuneração, em muitos casos, continua sendo tratada como se fosse apenas operacional. Risco extremo, remuneração comum O mergulhador profissional não “pode” enfrentar o risco. Ele necessariamente enfrenta. Não existe execução sem exposição. Não existe entrega sem presença humana em ambiente hostil. Mesmo assim, em grande parte do setor, a rem...