Pular para o conteúdo principal

Fundamentos Operacionais dos Sinos de Mergulho

Fundamentos Operacionais dos Sinos de Mergulho

Um sino de mergulho (diving bell) é um sistema de suporte de vida submersível que permite ao mergulhador trabalhar em profundidades onde a simples técnica de mergulho de entrada direta não é seguro, eficiente, ou nao atendem requisitos técnicos. Pode ser do tipo aberto (wet bell), onde a parte inferior fica em contato com a água, ou fechado (closed bell), com ambiente pressurizado independente.

1.1 Definições normativas

A International Maritime Organization (IMO), por meio do IMO Diving Code, define o sino de mergulho como um “recipiente pressurizado submersível para transferência de pessoal sob pressão entre o local de trabalho e a câmara de superfície”.

Sociedades classificadoras, como o Lloyd’s Register, tratam os sinos de mergulho como submersíveis técnicos, sujeitos a certificação de profundidade máxima, tempo de operação e integridade estrutural.


2. Normas e Limitações Técnicas e Operacionais

2.1 Normas Brasileiras (Marinha / NR-15)

A NR-15, Anexo VI, estabelece limites claros para mergulhos dependentes com sino de mergulho. A profundidade máxima permitida para mergulho com sino utilizando mistura respiratória artificial é de 130 metros, sendo obrigatório, acima de 90 metros, o uso conjunto de câmara hiperbárica de superfície e todos os equipamentos auxiliares apropriados.

A mesma norma estabelece que a distância horizontal entre o sino e o local de trabalho não deve exceder 33 metros, salvo situações especiais, desde que atendidos requisitos adicionais de segurança, como inspeção prévia do trajeto por sistemas visuais, cabo-guia contínuo, sistemas redundantes de fornecimento de gás, umbilicais com flutuabilidade controlada e cilindros de emergência dimensionados para retorno seguro.

Essas exigências refletem o aumento significativo de risco associado a deslocamentos horizontais prolongados, incluindo perda de referência física, consumo excessivo de gás e dificuldades de resgate.

A NORMAM-15/DPC, da Marinha do Brasil, reforça esses requisitos, detalhando padrões mínimos para comunicações, sistemas de gás, umbilicais e dispositivos de emergência associados ao uso de sinos de mergulho.


3. Normas Internacionais — Projeto, Fabricação e Operação

3.1 IMO e Diving Codes

O International Code of Safety for Diving Operations, publicado pela IMO em 2023, consolidou e ampliou os padrões internacionais para projeto, construção, instalação e inspeção de sistemas de mergulho embarcados ou instalados em unidades offshore, estabelecendo requisitos comparáveis aos do regime SOLAS.

O código se baseia no histórico Code of Safety for Diving Systems (IMO A.831(19)) e define critérios como integridade estrutural, redundância de sistemas vitais, projeto orientado à mitigação de riscos e certificação periódica por sociedades reconhecidas.

3.2 Classificação por Sociedades Técnicas

Sociedades classificadoras como DNV, Lloyd’s Register e ABS publicam regras específicas para classificação de sinos de mergulho, abrangendo materiais, projeto estrutural, ensaios não destrutivos, sistemas de manuseio, interfaces de segurança e limites operacionais certificados.

Essas regras permitem estabelecer, de forma objetiva, a profundidade máxima operacional e o tempo seguro de uso, aspectos críticos em operações de mergulho profundo.


4. Requisitos Técnicos de Projeto e Equipamentos

4.1 Pressão e Estrutura (PVHO)

Sinos de mergulho são classificados como Pressure Vessels for Human Occupancy (PVHO), sendo projetados para ocupação humana sob pressão controlada. As normas ASME PVHO-1 e PVHO-2 estabelecem critérios rigorosos de projeto, teste, inspeção e manutenção.

  • Materiais e espessuras certificados para suportar pressão externa prevista;
  • Redundância de sistemas críticos, incluindo gases e comunicações;
  • Testes periódicos de estanqueidade e resistência estrutural.

4.2 Sistemas de Suporte

Normas nacionais e internacionais recomendam que sinos operando acima de 30 metros disponham de sistemas independentes de fornecimento de gás primário e de emergência, comunicação bidirecional robusta e sistemas de rastreamento e gerenciamento de umbilicais.


5. Treinamento e Procedimentos

Diretrizes de competência, como as da IMCA, exigem treinamento específico para equipes envolvidas em operações com sinos, incluindo preparação do sistema, protocolos de emergência, procedimentos de lock-out e retorno ao sino com uso de cilindros de resgate.

Em profundidades elevadas, esses treinamentos são determinantes para reduzir riscos fisiológicos e operacionais.


6. Riscos e Requisitos para Operações Além de 33 Metros

6.1 Requisitos de Segurança

  • Inspeção prévia do trajeto por câmeras ou ROV;
  • Cabo-guia contínuo até o local de trabalho;
  • Sistemas redundantes de gás e comunicação;
  • Cilindros de emergência dimensionados para retorno completo;
  • Treinamento específico para retornos de emergência.

6.2 Considerações Técnicas

Deslocamentos horizontais superiores a 33 metros aumentam a exposição a correntes, o consumo respiratório e o tempo de fundo, elevando o risco de eventos de descompressão e falhas de orientação. Em operações profundas, é comum o uso de misturas respiratórias como heliox e monitoramento fisiológico contínuo.


7. Procedimento Operacional Padrão (POP) — Offshore Petrobras / IMCA

Em contratos offshore Petrobras e IMCA, operações com sino de mergulho raso e deslocamento horizontal superior a 33 metros são classificadas como operações críticas, exigindo planejamento formal, análise de risco documentada, redundância total de sistemas vitais e autoridade irrestrita de parada operacional.

O sino deve ser classificado por sociedade reconhecida, possuir sistemas independentes de gás e comunicação, iluminação redundante, instrumentação confiável e operar com câmara hiperbárica embarcada pronta para uso imediato. Toda a operação deve seguir Diving Project Plan aprovado pelo cliente, JSA, HAZID e procedimentos IMCA aplicáveis.


8. Conclusões e Recomendações

A operação de sinos de mergulho raso além de 33 metros de deslocamento horizontal é tecnicamente viável, porém exige rigor absoluto no atendimento às normas nacionais e internacionais, certificação estrutural, treinamento especializado e procedimentos operacionais sólidos.

A adoção de sistemas certificados como PVHO, a aplicação do IMO Diving Code 2023 e a aderência às práticas IMCA e Petrobras são elementos indispensáveis para a redução de riscos e a preservação da vida humana em operações de mergulho profissional.

Procedimento Operacional Padrão (POP) – Uso de Sino de Mergulho Raso além de 33 metros

Em operações offshore alinhadas a requisitos Petrobras e contratos internacionais IMCA, o uso de sino de mergulho raso com deslocamento horizontal superior a 33 metros é classificado como operação crítica. Nessas condições, a atividade somente pode ser executada mediante planejamento formal, redundância total de sistemas vitais e aderência rigorosa às normas nacionais e internacionais aplicáveis.

Objetivo do Procedimento

Estabelecer critérios técnicos, operacionais e de segurança para a condução de mergulhos dependentes com sino de mergulho raso em trajetos horizontais prolongados, reduzindo riscos de perda de referência, falhas de suprimento, eventos fisiológicos e dificuldades de resgate.

Princípios Operacionais

  • Planejamento formal por meio de Diving Project Plan aprovado pelo cliente;
  • Análise de risco documentada (HAZID e JSA);
  • Redundância completa de fornecimento de gás e comunicações;
  • Disponibilidade imediata de câmara hiperbárica operacional;
  • Autoridade irrestrita de parada operacional (Stop Work Authority).

Qualquer degradação de comunicação, fornecimento de gás, posicionamento do sino ou condições ambientais caracteriza condição de parada imediata da operação.

Requisitos Técnicos do Sistema

  • Sino classificado ou aceito por sociedade classificadora reconhecida;
  • Sistemas independentes de gás primário e de emergência;
  • Comunicação hard-wire com sistema redundante;
  • Umbilical com flutuabilidade controlada e comprimento compatível;
  • Cilindros de emergência dimensionados para retorno completo ao sino;
  • Câmara hiperbárica dupla pronta para uso imediato.

Checklist Operacional – Pré-Mergulho

  • Plano de mergulho aprovado pelo cliente;
  • HAZID e JSA assinados pela equipe;
  • Sino inspecionado e liberado para operação;
  • Sistemas de comunicação testados (primário e reserva);
  • Fornecimento de gás principal e de emergência testados;
  • Trajeto superior a 33 m inspecionado por câmera ou ROV;
  • Cabo-guia contínuo instalado até o local de trabalho;
  • Câmara hiperbárica pressurizável e pronta.

Checklist Operacional – Durante a Operação

  • Comunicação contínua entre mergulhador, sino e superfície;
  • Monitoramento permanente do consumo de gás;
  • Controle rigoroso do tempo de fundo;
  • Confirmação periódica da posição do mergulhador;
  • Registro contínuo no log de mergulho.

Checklist Operacional – Pós-Mergulho

  • Avaliação clínica do mergulhador;
  • Registro de tempo, profundidade e mistura respiratória;
  • Inspeção visual do sino, umbilicais e sistemas;
  • Registro de desvios, incidentes ou lições aprendidas.

Procedimentos de Emergência

  • Falha de comunicação: interrupção imediata do trabalho e retorno pelo cabo-guia;
  • Falha de fornecimento de gás: acionamento do bailout e retorno controlado ao sino;
  • Perda de referência: imobilização e retorno exclusivo pelo cabo-guia;
  • Emergência médica: transferência imediata para câmara hiperbárica e aplicação de tabela aprovada.


Links Relacionados

Comentários

Destaques

Mergulhando na Caixa de Mar

 Você sabe o que é caixa de mar  ? A caixa de mar fornece um reservatório de entrada do qual os sistemas de tubulação retiram água bruta.  A maioria das caixas de mar é protegida por  grades  removíveis  e podem conter placas defletoras para amortecer os efeitos da velocidade da embarcação ou do estado do mar.  O tamanho de entrada e espaço interno das caixas de mar pode varia de menos de 10 cm² a vários metros quadrados. As grades da caixa de mar estão localizadas debaixo de água no casco de um navio tipicamente adjacente à casa das máquinas. As caixas do mar são utilizadas para extrair água através delas para lastro e arrefecimento de motores, e para demais sistemas de uma embarcação, incluindo plataformas de petróleo. São raladas até um certo tamanho para restringir a entrada de materiais estranhos indesejados. Esta área crítica de entrada subaquática requer cuidados e manutenção constantes para assegurar um fluxo livre de água do mar. Os Serviços d...

A Certificação ABENDI no Mergulho Profissional Brasileiro e o Debate sobre Concorrência, Transparência e Interesse Público

QUALIFICAÇÃO OU RESERVA DE MERCADO? A Certificação ABENDI no Mergulho Profissional Brasileiro e o Debate sobre Concorrência, Transparência e Interesse Público Reportagem Especial Poucos temas despertam tantas discussões entre mergulhadores profissionais quanto a certificação exigida para atuar em inspeções subaquáticas utilizando Ensaios Não Destrutivos (END). Enquanto alguns profissionais consideram a certificação um importante instrumento de valorização da competência técnica e da segurança operacional, outros manifestam preocupações relacionadas à concentração do mercado, à transparência dos processos de avaliação, ao acesso às provas e à possibilidade de surgimento de novos organismos certificadores. Essas discussões tornaram-se mais frequentes à medida que determinadas certificações passaram a ser exigidas em um número crescente de contratos dos setores de petróleo e gás, construção naval, energia, mineração, infraestrutura portuária e inspeção indus...

Curso de mergulho profissional no Brasil

Para se tornar mergulhador profissional raso (50 mt) no Brasil, é preciso recorrer à uma das três escolas credenciadas pela Marinha.  Uma das opções é o Senai, que oferece o curso no Rio de Janeiro e em Macaé. A outra é a Divers University em Santos, e por fim, a mais jovem entre as escolas de mergulho profissional, A Mergulho Pro Atividades Subaquáticas.  Os valores estão na média de R$ 5085,04 (Preço Senai) para a formação básica, sendo aconselhável realizar outras especializações que podem elevar significativamente o investimento. Por exemplo, para trabalhar no mercado off-shore é pré-requisito de uma forma geral, a formação em:   Montagem e manutenção de estruturas submersas  (R$2029,46).   Outro exemplo de formação básica complementar:    Suporte Básico À Vida Para Mergulhadores. (Não é pré-requisito) É um ponto positivo pois capacita o mergulhador a prestar os primeiros socorros dentro dos padrões solicitados pela NORMAM 15 (DPC - Marinha...

Recorde Saturação. O mais profundo que um humano já mergulhou sob pressão. 2.300 pés=701 metros=71,1 atmosferas

Mergulho de Saturação  1 de agosto de 2017    Por Sherri Ferguson Muitas vezes as pessoas querem saber a que profundidade os mergulhadores podem ir. A resposta depende de quanto tempo eles querem gastar voltando à superfície. Para mergulhadores de saturação, isso pode ser vários dias ou até uma semana ou mais. Mergulho de saturação (sat) é quando o gás inerte respirado por um mergulhador se dissolve nos tecidos do corpo e atinge o equilíbrio com a pressão ambiente na profundidade do mergulhador (ou seja, nenhum gás pode ser absorvido pelos tecidos - eles estão totalmente saturados). Esta é a lei de Henry, em homenagem ao químico britânico William Henry. Os tecidos saturam em várias velocidades, mas a maioria ficará saturada em 24 horas. Os mergulhadores recreativos limitam seu tempo em profundidade para evitar a saturação, de modo que possam fazer uma subida direta à superfície sem nenhuma parada obrigatória. Ao emergir, eles são super...

Convenção Coletiva SINTASA–SIEMASA 2024/2026

Convenção Coletiva SINTASA–SIEMASA 2024/2026: formalização trabalhista, baixo piso salarial e a persistente desvalorização do mergulho profissional no Brasil A Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre o Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Atividades Subaquáticas e Afins (SINTASA) e o Sindicato das Empresas de Engenharia Subaquática, Operações de Veículos de Controle Remoto, Atividades Subaquáticas e Afins (SIEMASA), com vigência de 1º de setembro de 2024 a 31 de agosto de 2026, estabelece o conjunto de regras econômicas, trabalhistas e administrativas que rege o mergulho profissional no Brasil neste período. A leitura integral do documento revela um ponto central: a convenção organiza relações formais de trabalho, mas não resolve a incompatibilidade estrutural entre risco, complexidade técnica e remuneração da atividade subaquática. Reposição salarial: reajuste real limitado sobre uma base baixa A Cláusula Prime...

Mergulhadores Profissionais e o Ciclo Eleitoral: Promessas, Esquecimento Legislativo e o Debate Sobre uma Proteção Permanente à Saúde dos Trabalhadores

Mergulhadores Profissionais e o Ciclo Eleitoral: Promessas, Esquecimento Legislativo e o Debate Sobre uma Proteção Permanente à Saúde dos Trabalhadores Poucas profissões permanecem tão invisíveis para a sociedade quanto o mergulho profissional. Apesar de sua participação direta em setores estratégicos como infraestrutura portuária, petróleo e gás, energia offshore, barragens, hidrelétricas, defesa, inspeções subaquáticas e manutenção de estruturas críticas, a categoria raramente ocupa espaço permanente no debate público nacional. Quando aparece, frequentemente é durante períodos eleitorais. Nesse momento, candidatos, parlamentares e representantes de diferentes correntes políticas redescobrem a existência de uma atividade profissional que opera em ambientes extremos, submetendo trabalhadores a riscos fisiológicos, operacionais e ambientais significativamente superiores à média da maior parte das ocupações existentes no país. Projetos de regulamentação são anunciados. A...

Aprenda marinharia - Nó Lais de Guia

Esse excelente nó é de grande utilidade, usado para formar uma laçada não corrediça. É um de grande confiabilidade pois além de não estrangular sob pressão, é fácil de desatar. Ao executá-lo deve-se tomar cuidado uma vez que, se mal executado, desmancha-se com facilidade Para ser um bom mergulhador é importante ser um bom conhecedor de nós de marinheiro, e existem alguns nós básicos que são essenciais na mioria das manobras . Para ajudar, vamos divulgar aqui alguns vídeos de instrução. O ponto de partida é um dos mais comuns, o "Lais de Guia". Não é à toa que este é um dos nós obrigatórios nos cursos de mergulho comercial. vídeo: Bruno Bindi vídeo: Victor Carvalho   Leia também:  Aprenda Marinharia - Pinha de Retinida Aprenda Marinharia - Nó Volta do Fiel Aprenda Marinharia - Nó Láis de Guia Aprenda Marinharia - Nó Boca de Lobo

Boca de sino: o ponto crítico onde os risers se conectam

  Boca de sino : o ponto crítico onde os risers se conectam e bilhões estão em jogo no offshore Na base das grandes plataformas offshore , longe do olhar do público e até mesmo de parte da tripulação, existe uma estrutura pouco conhecida fora do meio técnico, mas absolutamente vital para a indústria de óleo e gás : a boca de sino . É nesse ponto que os risers, responsáveis por conduzir petróleo, gás e outros fluidos do fundo do mar até a superfície, se conectam à estrutura da unidade de produção. Apesar de raramente aparecer em reportagens generalistas, qualquer falha nesse componente pode resultar em paradas de produção, acidentes ambientais , prejuízos milionários e disputas judiciais de alto valor. Onde engenharia pesada encontra risco financeiro A boca de sino não é apenas uma peça estrutural. Ela é parte de um sistema que precisa suportar esforços extremos gerados por: peso próprio dos risers, movimentos constantes da plataforma, ação de correntes marítimas, variações de pres...

A maravilhosa história dos trajes de mergulho

Muito antes de existirem trajes espaciais, tínhamos roupas de mergulho.  O oceano foi o primeiro ambiente hostil para o qual enviamos pessoas para explorar, completamente cobertos com equipamentos de proteção.  O primeiro capacete de mergulho concebido por Edmond Halley, final do século 17 S EXPANDIR 2 (Via  History of Diving Museum  e  Ptak Science Books  ) Um traje de Mergulho, construído pelo aristocrata francês Pierre Remy de Beauve, 1715 Uma das suas duas mangueiras fornecia ar a partir da superfície por meio de um fole, e o outro purgava o ar exalado. S EXPANDIR (Via  -funny-senhora real  e  Musée Federic Dumas Sanary sur Mer  ) A máquina de mergulho Lethbridge por John Lethbridge, 1715 Este barril de carvalho hermético foi usado para salvar objetos de valor de naufrágios.  Outro inglês, Andrew Becker, desenvolveu um sistema semelhante no mesmo ano, mas esse terno tinha um sistema de tubos para i...

Aprenda marinharia - Pinha de Retinida

Sua embarcação vai acostar junto a outra embarcação para realizar a faina do dia! Eis que é necessário lançar o cabo para amarração. Quantos já tiveram problemas nesse momento, precisando de diversos arremessos para obter sucesso. A verdade é que se tivessem aprendido este nó, a coisa seria muito mais fácil. O "Pinha de Retinida" foi concebido para formar um peso na extremidade de uma linha guia a fim de permitir lançar o chicote de um cabo a uma maior distância. O que é: *Faina: s.f. Qualquer trabalho a bordo de um navio *Acostar : 1) Diz-se quando uma embarcação se aproxima de uma costa; navegar junto à costa. 2) Encostar o barco no cais ou em outra embarcação. Leia também:  Aprenda Marinharia - Falcaça Simples Aprenda Marinharia - Nó Volta do Fiel Aprenda Marinharia - Nó Láis de Guia Aprenda Marinharia - Nó Boca de Lobo