A COMEX PRO (França) foi criada pela COMEX em 1972 para satisfazer a crescente demanda do setor subaquático para equipamentos de mergulho tripulados e não tripulados, que fossem confiáveis e tecnicamente avançados. A Comex Pro integrou toda a capacidade do Grupo Comex para projetar, testar e fabricar equipamentos hiperbáricos. Realizou grandes programas de pesquisa e desenvolvimento para fornecer a indústria do mergulho, marinhas, centros de pesquisa, hospitais, etc. Até hoje a empresa segue atuando na produção de câmaras hiperbáricas, ROV's , submarinos, equipamentos de posicionamento dinâmico e acessórios. BellMan Máscara facial completa dos anos 80 composta por um regulador Super Physalie, microfone e fone de ouvido. PS. Na máscara da foto está faltando seu comunicador e aranha. ...
Risco de Vida Não é Salário: Por Que a Regulamentação do Mergulho Profissional Deve Garantir Participação nos Lucros
Risco de Vida Não é Salário: Por Que a Regulamentação do Mergulho Profissional Deve Garantir Participação nos Lucros Por Julinho da Adelaide No mergulho profissional — seja em obras portuárias, inspeções subaquáticas ou operações offshore — o trabalhador está exposto a uma combinação de riscos raramente encontrada em outras atividades. Ambiente hiperbárico, possibilidade de doença descompressiva, falhas de suporte de vida, visibilidade zero e trabalho em estruturas instáveis não são fatores acessórios. São estruturais. E é exatamente nesse ponto que surge uma distorção crítica: embora o risco seja inerente ao negócio, a remuneração, em muitos casos, continua sendo tratada como se fosse apenas operacional. Risco extremo, remuneração comum O mergulhador profissional não “pode” enfrentar o risco. Ele necessariamente enfrenta. Não existe execução sem exposição. Não existe entrega sem presença humana em ambiente hostil. Mesmo assim, em grande parte do setor, a rem...