Estudo mostra o risco do trabalho de mergulhadores de águas profundas Dos países que exploram petróleo em águas profundas o Brasil é o único que registra o trabalho de profissionais a mais de 200 metros (dados obtidos em 2002). A atividade envolve alto risco, consequência das adversidades do ambiente marítimo nas profundidades exploradas e em função da pressão a que são submetidos. Para avaliar as condições de trabalho dos mergulhadores que atuam na maior reserva petrolífera nacional, a Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro, o engenheiro civil Marcelo Figueiredo fez uma completa investigação sobre o dia-a-dia desses trabalhadores e sobre as estatísticas de acidentes e mortes no setor. Figueiredo estudou o assunto, de 1997 a 2000, para defender sua tese de doutorado em engenharia de produção, área que atua até hoje. Ele é coordenador do mestrado da área na Universidade Federal Fluminense (UFF). Os dados mostram que o número de mortes, nas últimas décadas, vem diminui...
Muito antes de existirem trajes espaciais, tínhamos roupas de mergulho. O oceano foi o primeiro ambiente hostil para o qual enviamos pessoas para explorar, completamente cobertos com equipamentos de proteção. O primeiro capacete de mergulho concebido por Edmond Halley, final do século 17 S EXPANDIR 2 (Via History of Diving Museum e Ptak Science Books ) Um traje de Mergulho, construído pelo aristocrata francês Pierre Remy de Beauve, 1715 Uma das suas duas mangueiras fornecia ar a partir da superfície por meio de um fole, e o outro purgava o ar exalado. S EXPANDIR (Via -funny-senhora real e Musée Federic Dumas Sanary sur Mer ) A máquina de mergulho Lethbridge por John Lethbridge, 1715 Este barril de carvalho hermético foi usado para salvar objetos de valor de naufrágios. Outro inglês, Andrew Becker, desenvolveu um sistema semelhante no mesmo ano, mas esse terno tinha um sistema de tubos para i...