Em 24 de Janeiro de 2018 , na República de Palau na oceania , que é parte das ilhas Carolinas e consiste em oito ilhas principais e mais de 250 ilhotas e atóis. Mergulhadores da Marinha dos EUA destacados na 16 companhia móvel de mergulho de resgate, embarcaram a bordo do USNS Salvor (T-ARS 52), para escavar um sítio arqueológico durante uma operação de recuperação submarina, procuravam pessoal que desapareceu ao largo da costa de Koror, Palau, durante a Segunda Guerra Mundial. A marinha dos Estados Unidos executa operações globais de busca, recuperação e pesquisa para fornecer dados concretos a respeito dos americanos desaparecidos, levando algumas respostas e conforto às suas famílias e à nação. Fonte: vídeo da Marinha dos E.U.A. por Mass Communication Specialist 2nd Class Tyler Thompson/Released #mergulhoderesgate #usnavy #mundodomergulho
Risco de Vida Não é Salário: Por Que a Regulamentação do Mergulho Profissional Deve Garantir Participação nos Lucros
Risco de Vida Não é Salário: Por Que a Regulamentação do Mergulho Profissional Deve Garantir Participação nos Lucros Por Julinho da Adelaide No mergulho profissional — seja em obras portuárias, inspeções subaquáticas ou operações offshore — o trabalhador está exposto a uma combinação de riscos raramente encontrada em outras atividades. Ambiente hiperbárico, possibilidade de doença descompressiva, falhas de suporte de vida, visibilidade zero e trabalho em estruturas instáveis não são fatores acessórios. São estruturais. E é exatamente nesse ponto que surge uma distorção crítica: embora o risco seja inerente ao negócio, a remuneração, em muitos casos, continua sendo tratada como se fosse apenas operacional. Risco extremo, remuneração comum O mergulhador profissional não “pode” enfrentar o risco. Ele necessariamente enfrenta. Não existe execução sem exposição. Não existe entrega sem presença humana em ambiente hostil. Mesmo assim, em grande parte do setor, a rem...